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domingo, 18 de junho de 2017

10 Maneiras de viver a Fidelidade no Namoro

Selecionamos algumas digas básicas para se viver desde já a fidelidade na vida de namorados...
  1. Respeitar um ao outro tanto em público quanto em particular: lembre-se o que São Paulo escreveu na 1ª Carta aos Corítios: "o amor não faz nada de inconveniente" (1Cor 13, 5).
  2. Utilizar a internet e as mídias sociais de maneira positiva e edificante: lembre-se também de outro conselho de São Paulo: "tudo me é permitido, mas nem tudo me convém" (1Cor 6,12).
  3. Procurar cumprir as promessas: Jesus nos ensina que aquele que é fiel nas pequenas coisas também é fiel nas grandes (Lc 16,10).
  4. Evitar expor as particularidades: mais uma vez vale o conselho de 1Cor 13,5. Os fortes relacionamentos são íntimos, como os pais com os filhos, os melhores amigos, os casais de namorados, noivos, casados e essa intimidade deve ser mantida entre as partes para que não haja exposição desnecessária, sentimentos de traição. Também nessa intimidade que os assuntos mais difíceis devem ser tratados, como as pequenas divergências de opinião, as atitudes que magoaram, pois nesse momento íntimo é que as palavras sinceras devem ser trocadas e as ‘arestas’ de um relacionamento aparadas para seguir a vida fiel um ao outro.

  1. Interagir de maneira adequada com pessoas do sexo oposto: tratar todos dentro do limite do respeito e evitar
  2. Buscar respeitar as decisões um do outro
  3. Evitar segredos
  4. Cuidar do relacionamento
  5. Vida de oração: O comportamento Cristão é guiado pela oração, rezando é possível enxergar que ser fiel às pessoas e ao bem é ganho. Estar atendo ao mal que pode levar a infidelidade dos princípios Cristãos é uma tarefa diária. Avalie, pergunte, vigie seus pensamentos e coloque-se em oração quando se sentir fraco. Jesus nos ensina: “Vigiai e rezai para não cairdes na tentação, porque o espírito está disposto, mas a natureza é fraca” (Mt 26: 41). E São Paulo nos diz que a fidelidade é um fruto do Espírito Santo (Gl 5,22s).
  6. Participação nos sacramentos e na vida da Igreja.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Castidade segundo os estados de vida

Continuando o tema da castidade, segundo o Catecismo da Igreja Católica, lembremos que “todo batizado é chamado à castidade (...) segundo seu específico estado de vida (CIC, 2348): casados ou celibatários.

Desde os tempos apostólicos, virgens e viúvas cristãs, chamadas pelo Senhor a apegar-se a Ele sem partilha em uma liberdade maior de coração, de corpo e de espírito, tomaram a decisão, aprovada pela Igreja, de viver respectivamente no estado de virgindade ou de castidade perpétua "por causa do Reino dos Céus" (Mt 19,12; cf. CIC, 922).

“Acrescentada às outras formas de vida consagrada, a ordem das virgens constitui a mulher que vive no mundo (ou a monja) na oração, na penitência, no serviço a seus irmãos e no trabalho apostólico, conforme o estado e os carismas respectivos oferecidos a cada uma. As virgens consagradas podem associar-se para guardar mais fielmente seus propósitos” (CIC, 924).

Todos os ministros ordenados da Igreja latina, com exceção dos diáconos permanentes, normalmente são escolhidos entre os homens fiéis que vivem como celibatários e querem guardar o celibato “por causa do Reino dos Céus” (Mt 19,12). Chamados a consagrar-se com indiviso coração ao Senhor e a “cuidar das coisas do Senhor”, entregam-se inteiramente a Deus e aos homens. O celibato é um sinal desta nova vida a serviço da qual o ministro da Igreja é consagrado; aceito com coração alegre, ele anuncia de modo radiante o Reino de Deus (CIC, 1579).


As pessoas casadas são convidadas a viver a castidade conjugal; os outros praticam a castidade na continência: Existem três formas da virtude da castidade: a primeira, dos esposos; a segunda, da viuvez; a terceira, da virgindade. Nós não louvamos uma delas excluindo as outras. Nisso a disciplina da Igreja é rica” (CIC, 2349).

“Os noivos [ou namorados] são convidados a viver a castidade na continência. Nessa provação eles verão uma descoberta do respeito mútuo, urna aprendizagem da fidelidade e da esperança de se receberem ambos da parte de Deus. Reservarão para o tempo do casamento as manifestações de ternura específicas do amor conjugal. Ajudar-se-ão mutuamente a crescer na castidade”. (CIC, 2350).

“As pessoas homossexuais são chamadas à castidade. Pelas virtudes de autodomínio, educadoras da liberdade interior, às vezes pelo apoio de uma amizade desinteressada, pela oração e pela graça sacramental, podem e devem se aproximar, gradual e resolutamente, da perfeição cristã” (CIC, 2359).

A virtude da castidade desabrocha na amizade. Mostra ao discípulo como seguir e imitar Aquele que nos escolheu como seus próprios amigos, se doou totalmente a nós e nos faz Participar de sua condição divina. A castidade é promessa de imortalidade. A castidade se expressa principalmente na amizade ao próximo. Desenvolvida entre pessoas do mesmo sexo ou de sexos diferentes, a amizade representa um grande bem para todos e conduz à comunhão espiritual. (CIC, 2347).